Pesquisa Translacional em

Biofísica de Fungos

Da superfície fúngica à clínica: nossos estudos integram abordagens estruturais, físico-químicas e moleculares para elucidar a virulência, o impacto ambiental e os processos de interação com o hospedeiro, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias diagnósticas mais sensíveis e terapias mais eficazes.

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Sobre o Labiofun

Conheça nosso laboratório

Inaugurado em 23 de setembro de 2020 pela Profa. Dra. Susana Frasés, o Laboratório de Biofísica de Fungos (Labiofun) dedica-se a pesquisas multidisciplinares e inovadoras na área de micologia.


Nosso propósito central é aprofundar o conhecimento e responder a uma pergunta desafiadora: o que faz um fungo ser um patógeno?


Adotamos o paradigma Saúde Única (One Health), integrando dados e saberes da saúde ambiental, da medicina humana e veterinária para compreender de forma holística como os fungos interagem com diferentes nichos e hospedeiros — e como essas interações são influenciadas pelas mudanças climáticas e pela ação humana.

Nossa Missão

Propósito de existir e pesquisar

   Desenvolver conhecimento translacional em micologia que conecte biologia de superfícies, mecanismos de virulência e dinâmica ecológica, oferecendo soluções para desafios atuais em saúde humana, animal e ambiental.

Linhas de Pesquisa

Nossas principais áreas de investigação científica

Ultraestrutura e superfícies fúngicas

Estudamos a morfologia e propriedades físico-químicas das camadas externas dos fungos e sua relação com adesão, colonização e evasão imune.

Modelos Físico-Teóricos

Desenvolvemos métodos e modelos físico-teóricos que relacionem composição, estrutura e atividade biológica de fungos.

Mecanobiologia

Estudamos a superfície de fungos patogênicos e suas implicações na interação parasito-hospedeiro.

Mecanismos de virulência

Investigamos como fungos se adaptam a variações de temperatura, estresse ambiental e novos nichos ecológicos, incluindo mudanças morfológicas associadas à patogenicidade.

Resistência antimicrobiana

Monitoramos e caracterizamos mecanismos de resistência emergentes, como resposta a pressões ambientais e exposição a antifúngicos, com foco em isolados multirresistentes.

Impacto ecossistêmico e mudanças climáticas

Avaliamos como o aquecimento global e as alterações ambientais modificam a distribuição, dispersão e emergência de fungos patogênicos em novos habitats.

Prospecção de compostos bioativos

Triamos e caracterizamos novos agentes antifúngicos com potencial contra isolados resistentes, além do desenvolvimento de estratégias terapêuticas alternativas e combinadas.

Divulgação científica e gestão do conhecimento

Democratizamos o conhecimento científico: traduzimos evidências complexas em uma linguagem clara e acessível. Dessa forma, conectamos a academia aos profissionais de saúde e à sociedade, promovendo a interação necessária para decisões conscientes e embasadas na Ciência.

Metodologias alinhadas às nossas linhas de pesquisas

Principais abordagens metodológicas utilizadas em nossas pesquisas

Ensaios de estresse metabólico

Testes que avaliam a resposta fúngica a condições adversas (variações de pH, estresse oxidativo, restrição de nutrientes, temperatura), permitindo identificar vulnerabilidades para o desenvolvimento de antifúngicos.

Espalhamento Dinâmico de Luz (DLS)

Avaliação do "tamanho" hidrodinâmico, polidispersão e agregação de partículas/fenótipos superficiais, usada para detectar alterações em resposta a variações ambientais (pH, estresse oxidativo, nutrientes).

Mecânica celular - μreologia (Ativa e Passiva)

Ensaios para avaliar as propriedades viscoelásticas de polissacarídeos capsulares e secretados, avaliar a resposta a tensões mecânicas e mapear alterações mecânicas vinculadas à interação hospedeiro–patógeno.

Microscopia eletrônica

Análise da morfologia e ultraestrutura fúngica (SEM/TEM).

Microscopia óptica

Base para identificação morfológica, análise de ciclos de vida, colorações diferenciais e observação em tempo real de interações fungo–hospedeiro.

Pinças Ópticas

Mensuração de forças na faixa de picoNewtons (pN), manipulação de células fúngicas individuais e estudo de interações mecânicas entre células e superfícies.

Potencial Zeta

Mensuração de carga superficial e estabilidade coloidal, essencial para caracterizar propriedades eletrostáticas que influenciam adesão e interações celulares.

Triagem e caracterização de compostos bioativos

Screening de candidatos antifúngicos, testes de sensibilidade (incluindo contra isolados multirresistentes) e desenvolvimento de estratégias terapêuticas alternativas ou em combinação.

Equipe & Colaboradores

Conheça nossos pesquisadores e parceiros científicos

Publicações

Produção científica do laboratório

Explore a rede de coautoria do laboratório. Cada nó representa um pesquisador (tamanho proporcional ao número de publicações) e as linhas indicam colaborações diretas. Clique em um pesquisador para ver as publicações em conjunto e detalhes.

PI / Lab Head Membros do Lab Colaboradores
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Laboratório de Biofísica de Fungos (Labiofun)

Avenida Carlos Chagas Filho, 373

Bloco C1, Sala 37

Cidade Universitária

Rio de Janeiro, RJ

CEP: 21941-902

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